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terça-feira, 30 de junho de 2015

Festival de Gramado anuncia longas nacionais em competição


"Ponto Zero", de José Pedro Goulart, é o representante gaúcho na lista


Regina Casé em "Que Horas ela Volta?", de Anna MuylaertFoto: Gulanne / Divulgação


O 43º Festival de Gramado "poderia ser mais grandioso", conforme os termos usados por João Pedro Till, presidente da Gramadotur, entidade promotora do evento, no anúncio dos filmes concorrentes e dos artistas homenageados, na manhã desta terça-feira. Mas a seleção, que inclui oito longas brasileiros e sete estrangeiros, tem produções elogiadas pela crítica em outros festivais – especialmente Ausência, de Chico Teixeira, e Que Horas Ela Volta?, de Anna Muylaert.

– Preferimos a qualidade ao ineditismo – explicou um dos curadores, o crítico Rubens Ewald Filho.

Foram quase 200 inscritos, cerca de 80 de fora do Brasil – número festejado pela equipe, que em edições anteriores precisou trabalhar com menos títulos latino-americanos, o que acabou evidenciado pela qualidade um tanto limitada de alguns títulos apresentados.



Ponto Zero, de José Pedro Goulart, é o único gaúcho da mostra competitiva de longas. Entre os curtas-metragens da Mostra Nacional, que já haviam sido anunciados previamente, estão as produções locais O Corpo, de Lucas Cassales, e O Teto Sobre Nós, de Bruno Carboni.

Outros 14 curtas compõem a tradicional Mostra Gaúcha, que registrou o maior crescimento de inscritos de todo o evento – nada menos do que 110 títulos produzidos no Rio Grande do Sul no último ano pleitearam um lugar em Gramado 2015.

Duas vezes premiada com o Kikito (em 1983, por Bar Esperança, e em 1987, porAnjos da Noite), Marília Pêra será a homenageada com o troféu Oscarito. O anúncio do nome da atriz registrou o melhor momento da entrevista coletiva desta terça, na Cinemateca Capitólio, em Porto Alegre. Os organizadores apresentaram um vídeo no qual ela se dizia honrada com a láurea, registrada no momento em que o Oscarito completa 25 anos.

Em seguida, João Pedro Till disse que a mensagem da grande atriz "levantou o astral" da equipe do festival "diante das dificuldades econômicas" para a realização do evento, que tem orçamento estimado em R$ 3 milhões.

– Gramado já enfrentou todos os tipos de adversidades – comentou, lembrando que se trata do festival mais longevo do país (entre aqueles que nunca tiveram interrupções). – Queríamos fazer mais, mas, graças ao suporte que tivemos, e da equipe que temos, vamos apresentar um belo festival.

O ator e diretor Daniel Filho foi o escolhido para receber o Troféu Cidade de Gramado, entregue pela prefeitura do município serrano. Os homenageados com os troféus Eduardo Abelim e Kikito de Cristal ainda não foram revelados pelos organizadores.

O 43º Festival de Gramado será realizado entre 7 e 16 de agosto.


Acima, Marília Pêra e o diretor Eduardo Coutinho em Gramado 2007

Longas nacionais em competição no 43º Festival de Gramado:

Ausência, de Chico Teixeira (SP)
Drama familiar centrado na figura de um jovem que assume o papel de homem da casa cuidando da mãe e seu irmão mais novo em meio um momento de impasse sexual e afetivo. Matheus Fagundes Irandhir Santos estão no elenco.

Introdução à Música do Sangue, de Luiz Carlos Lacerda (RJ)
No interior do Brasil, entre o mundo arcaico e o contemporâneo, uma família vive suas angústias numa atmosfera de desejo e repressão. Com Ney Latorraca e Bete Mendes.

O Fim e os Meios, de Murilo Salles (RJ)
Jovem casal se muda para Brasília para tentar resolver os impasses da relação e é envolvido no jogo de poder que marca uma campanha eleitoral. Com Pedro Brício, Cintia Rosa, Marco Ricca, Hermila Guedes e Emiliano Queirós.

O Outro Lado do Paraíso, de André Ristum (DF)
O Brasil dos anos 1960 por meio do olhar de um garoto idealista de 12 anos que se muda para recém-inaugurada cidade de Brasília, onde ele acompanha a transição do Brasil entre a democracia e a ditadura militar. Com Eduardo Moscovis, Jonas Bloch e Flávio Bauráqui.

O Último Cine Drive-In, de Iberê Carvalho (DF)
Jovem retorna a Brasília e reencontra, depois de muitos anos, seu pai, que insiste em manter vivo um cinema que já não atrai mais espectadores. Com Othon Bastos.

Ponto Zero, de José Pedro Goulart (RS)
Um adolescente encara os fantasmas imaginários e reais da vida adulta que se aproxima. Com Sandro Aliprandini.

Que Horas Ela Volta?, de Anna Muylaert (SP)
Depois de deixar a filha no interior de Pernambuco e passar 13 anos como babá de um menino em São Paulo, mulher tem a chance de reencontrar a garota, com quem terá uma convivência turbulenta. Com Regina Casé.

Um Homem Só, de Cláudia Jouvin (RJ)
Para livrar-se da rotina miserável que leva, homem procura clínica que promete copiar pessoas, na esperança de que poderá buscar uma vida melhor se deixar uma réplica vivendo a sua. Com Vladimir Brichta e Mariana Ximenes.

Os longas latino-americanos:

Ella, de Libia Stella Gómez (Colômbia)
En la Estancia, de Carlos Armella (México)
La Salada, de Juan Martin Hsu (Argentina)
Ochentaisiete, de Anahi Hoeneisen e Daniel Andrade (Equador)
Presos, de Esteban Ramírez Jímenez (Costa Rica)
Venecia, de Kiki Alvarez (Cuba)
Zanahoria, de Enrique Buchichio (Uruguai)

Os curtas-metragens da Mostra Nacional:

Bá, de Leandro Tadashi (SP)
Como São Cruéis os Pássaros da Alvorada, de João Toledo (SP)
Dá Licença de Contar, de Pedro Serrano (SP)
Enquanto o Sangue Coloria a Noite, Eu Olhava as Estrelas, de Felipe Poroger (SP)
Haram, de Max Gaggino (BA)
Herói, de João Pedone e Pedro Figueiredo (SP)
Macapá, de Marcos Ponts (MA)
Miss & Grubs, de Camila Kamimura e Jonas Brandão (SP)
Muro, de Eliane Scardovelli (SP)
O Corpo, de Lucas Cassales (RS)
O Teto Sobre Nós, de Bruno Carboni (RS)
Quando Parei de me Preocupar com Canalhas, de Tiago Vieira (SP)
S2, de Bruno Bini (MT)
Sêo Inácio (ou O Cinema Imaginário), de Helio Ronyvon (RN)
Virgindade, de Chico Lacerda (PE)

Os curtas-metragens da Mostra Gaúcha:

Arte da Loucura, de Karine Emerich e Mirela Kruel
Atrás da Sombra, de Luciana Mazeto e Vinícius Lopes
Bruxa de Fábrica, de Jonas Costa
Consertam-se Gaitas, de Ana Cris Paulus, Boca Migotto e Felipe Gue Martini
Da Vida Só Espero a Morte, de Júlia Ramos
De que Lado me Olhas, de Carolina de Azevedo e Elena Sassi
Kaali, de Gabriel Motta Ferreira
Nes Pas Projeter, de Cristian Verardi
O Corpo, de Lucas Cassales
O Sonho, o Limiar e a Porta que Metamorfoseia, de Gustavo Spolidoro
Pele de Concreto, de Daniel de Bem
Plano, de Virginia Simone, Carlos Dias e Matheus Walter
Quanto Mais Suicida, Menos Suicida, de Maurício Canterle Gonçalves
Rito Sumário, de Alexandre Derlam
Entre Nós, de Maciel Fischer
Ferro, de Giordano Gio
Madrepérola, de Deise Hauenstein
O Movimento do Escuro, de Alexandre Rossi
Liga-pontos, de Teresa Assis Brasil

quarta-feira, 20 de maio de 2015

Com espaço para negociações, Cannes ainda é importante para o mercado do cinema



O estilista e diretor de cinema Tom Ford chegou correndo a Cannes e foi direto para uma sala repleta de investidores em potencial para seu novo filme, e entregou mimos como amostras de um de seus perfumes.

Ford saiu do local rápido como entrou – mas, segundo a mídia especializada, com impressionantes 20 milhões de dólares para os direitos de distribuição de Nocturnal Animals, que se encontra em pré-produção e ainda nem foi filmado.

O Festival de Cannes não é somente um dos mais prestigiosos do mundo. O Marché du Film (Mercado do Filme), um fórum para atrair financiamento para novos filmes e para vender direitos que acontece simultaneamente, é um dos eventos imperdíveis para quem procura dinheiro pesado, os manda-chuvas dos grandes estúdios e os peixes pequenos que levam milhares de novos títulos aos olhos do mundo todos os anos.

Tamanho de salto feminino gera polêmica em Cannes

São cada vez maiores os rumores sobre a morte dos mercados de cinema associados a festivais como Cannes ou, em escala menor, Berlim, mas este ano há muitas promessas no balneário francês. Nick Vivarelli, repórter da revista Variety, falou sobre o assunto.

— Com certeza não é uma edição morna para o mercado de Cannes, há muita atividade, tipos diferentes de atividade.

Emily Blunt quase perdeu papel para um homem em suspense

Nocturnal Animals, que será estrelado por Amy Adams e Jake Gyllenhaal, conta a história de uma mulher que vê significados obscuros em um romance escrito por seu ex-marido. O golpe de mestre dado por Ford ao convencer a Focus Features, uma divisão do conglomerado Universal Pictures, a comprar os direitos internacionais do filme na semana passada foi a grande manchete das publicações especializadas na indústria de entretenimento.

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Eventos e Festivais: Documentário sobre o ativista Zé do Pedal será lançado em Viçosa


O imperdível documentário que narra a passagem de Zé do Pedal pela África será lançado nesta sexta




O documentário Zé do Pedal – As Fronteiras do Mundo, sobre o aventureiro Zé do Pedal, será lançado em Viçosa no próximo dia 16 e em seguida participará do 2º Festival de Cinema de Visconde do Rio Branco Geraldo Santos Pereira.



Dirigido pelos cineastas Bruno Lima e Fabricio Menicucci, o filme retrata um pouco do estilo de vida e motivações do inusitado aventureiro viçosense. Os diretores acompanharam os últimos 15 dias da última aventura de Zé, quando ele atravessou a costa do continente africano em um kart a pedal para assistir a Copa do Mundo de futebol de 2010. A viagem começou na França em 2008, e após percorrer mais de 17 mil km e passar por 19 países terminou em Joanesburgo, na África do Sul.

Durante 2 semanas, Bruno e Fabricio acompanharam Zé do Pedal e registraram um pouco do cotidiano de suas aventuras. “O que mais nos intrigou foi a maneira como ele consegue viajar. Não há um grande patrocinador, nem produção ou planejamento logístico a longo prazo. Tudo é conseguido na hora e ele não sabe o que vai acontecer no dia seguinte. Foi uma grande experiência cinematográfica que trouxe aprendizados para minha vida. Ele é um verdadeiro aventureiro”. É o que conta Bruno Lima, que também produziu e fez a fotografia do filme junto a Fabricio. Os dois diretores tiveram a formação acadêmica em Viçosa, e estão muito entusiasmados em lançar o filme na cidade onde tudo começou.

Fabrício Menicucci, que é nascido em Viçosa, conhece Zé do Pedal desde 2006. “Sempre admirei o Zé, e fazer esse filme também foi uma aventura. Não é fácil fazer cinema de baixo orçamento, e utilizamos a mesma filosofia dele, contando com pequenos apoios e muta colaboração de amigos. Deposi de mais 3 anos estamos lançando esse filme e queremos compartilhar isso com todos os viçosenses que nos ajudaram.”

A avant première será no auditório do departamento de Engenharia Florestal da UFV, no dia 16 de agosto, às 21 horas. A entrada é franca, mas o local tem limitação para apenas 300 pessoas.

No dia 17 o filme será exibido no 2º Festival de Cinema de Visconde do Rio Branco Geraldo Santos Pereira. Essa será a primeira participação em um festival, mas os diretores garantem que a carreira em festivais nacionais e internacionais será longa. “um aventureiro universal e o filme comunica muito bem isso. Nos preparamos para uma carreira internacional, temos legendas em inglês, espanhol e francês, além de uma boa narrativa e um ótimo personagem. Podemos exibir esse documentário em todo o mundo.” Afirma Bruno Lima.

A realização do projeto foi da produtora carioca Abbas Filmes junto a CineMauro Filmes, e o projeto teve patrocínio da Berg Toys e apoio da Pró Bike, Number One Viçosa e UFV.

Zé do Pedal estará presente nos dois eventos e após as exibições autografará DVDs.

Serviço

Exibições:

Dia 16 de agosto, às 21 horas no Departamento de Engenharia Florestal – Campus da UFV, Viçosa – MG.

Dia 17 de agosto, às 20 horas (2º Festival de Cinema de Visconde do Rio Branco Geraldo Santos Pereira) no Auditório Jotta Barroso –CAEF – Visconde do Rio Branco – MG

Duração – 24 minutos.

DVD:

Valor R$ 30,00

Idiomas: Português, Inglês

Legendas: Inglês, Espanhol, Francês

Formato de Tela 16×9

24 minutos – Colorido

Fonte: vicosanews.com (Parceiro Portal Click)

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quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Eventos e Festivais: RioFilme anuncia projetos habilitados no Programa de Investimentos Não Reembolsáveis

A RioFilme divulgou a lista dos projetos selecionados no Programa de Investimentos Não Reembolsáveis 2013.






Na categoria de Desenvolvimento de Projetos de Longa Metragem, destacam-se "Ele disse, ela disse", uma adaptação do livro escrito por Thalita Rebouças, que vai receber R$ 100 mil, assim como "Despedida de solteiro" e "Rio-Luanda".

O programa, que está em sua terceira edição, já contemplou 143 projetos entre 2011 e 2012, trazendo na bagagem dois dos maiores sucessos de bilheteria de 2013: “Faroeste Caboclo”, de René Sampaio, e “Vai que dá certo”, de Maurício Farias, que ficou 12 semanas em cartaz em atraiu mais de 2 milhões de espectadores. Ambos foram contemplados na linha de Produção e Finalização de Longa Metragem.

Já na categoria Produção e Finalização de Longa-Metragem, a próxima produção de Ruy Guerra, "Quase memória" (adaptação do livro de Carlos Heitor Cony) foi contemplada com o valor máximo da categoria, R$ 360 mil, assim como "Campo grande", cuja direção será assinada por Sandra Kogut.

As outras categorias são: Desenvolvimento de Projetos de Conteúdo para TV, Produção de Curta-Metragem, Produção e Finalização de Longa-Metragem, Produção de Documentário para TV, Produção de Mostras, Festivais e Eventos, Distribuição de Longa-Metragem.

Além deles, dois projetos que estão despontando agora foram contemplados em edições anteriores: o longa “Flores Raras”, de Bruno Barreto, que estreia nos cinemas na próxima sexta (16/08),e a série “Overdose”, da MTV, que estreia no dia 12/08, e marca a despedida da emissora da grade de TV aberta.

Este ano, o programa conta com um total de R$ 11,5 milhões, para sete linhas de investimento, que abrangem desde o desenvolvimento de projetos para cinema e TV até a distribuição e 1.008 inscrições no período de 18 de março a 2 de maio.

Trata-se da linha de investimento “não comercial” da RioFilme, na qual o critério de escolha dos projetos é a análise direta, a partir de relevância cultural e artística dos projetos, e não necessariamente pelo seu potencial de mercado. Qualquer produtora alocada na cidade do Rio de Janeiro há mais de um ano pode inscrever seus projetos em qualquer uma das sete linhas de investimento. A listagem de projetos habilitados será publicada no Diário Oficial do Município e disponibilizada no site da RioFilme (http://www.rio.rj.gov.br/riofilme).

RioFilme:
A RioFilme é uma empresa de investimento em audiovisual que pertence à Prefeitura do Rio de Janeiro. Fundada em 1992, foi revitalizada em 2009 e passou a ter a missão de promover o desenvolvimento da indústria audiovisual carioca como um todo, considerando todos os elos de sua cadeia de valor e levando em conta seus impactos econômicos e sociais na cidade.

Com a revitalização, deixou de ser apenas distribuidora e tornou-se uma investidora em produção, distribuição, exibição, infraestrutura, difusão e capacitação, atuando também em parceria com a iniciativa privada. Entre 2009 e 2012, a Prefeitura investiu, por meio da RioFilme, cerca de R$ 100 milhões em 252 projetos de empresas cariocas de audiovisual. Em 2013, serão cerca se R$ 50 milhões em mais de 90 projetos.

A empresa tem diversificado os investimentos e ampliado o seu alcance. Multiplicou o número de projetos apoiados e de empresas beneficiadas, assim como o público impactado. A capacidade de investimento também foi elevada e os resultados tornaram-se mais significativos, beneficiando a indústria audiovisual carioca e a população da cidade.


fonte: http://www.portaldapropaganda.com.br/

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quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Eventos e Festivais: Festival de Cinema começa nesta sexta-feira em Gramado






Abertura oficial ocorre às 17 horas na Rua Coberta, com Orquestra Sinfônica da cidade. Gramado deve receber 200 mil visitantes nos nove dias do festival, que vai até sábado, dia 17.

Da Redação redacao@novohamburgo.org (Siga no Twitter)

O Festival de Cinema de Gramado entra na 41ª edição fortalecido. A abertura oficial está prevista para as 17 horas na Rua Coberta, com a apresentação da Orquestra Sinfônica de Gramado.

Para a secretária municipal de Turismo, Rosa Helena Volk, responsável pela organização, o evento superou a desconfiança, após problemas com aprovação de leis de incentivo decorrentes do Natal Luz e conseguiu apoio do meio cinematográfico.

Rosa Helena demonstra entusiasmo com a consolidação do evento. “Não só pelo crescimento de 42% no número de inscrições às mostras competitivas, mas pela qualidade dos filmes inscritos, o que surpreendeu a todos”, afirma.

Conforme a secretária, Gramado deve receber 200 mil visitantes nos nove dias do festival, que começa hoje e vai até sábado, 17. Os eventos paralelos e festas devem contribuir para o movimento turístico, especialmente, no fim de semana de encerramento. Rosa Helena destaca que a atmosfera do cinema envolverá toda a cidade.

Além do glamour do tapete vermelho no acesso ao Palácio dos Festivais, também serão realizadas atividades na Câmara de Vereadores, Sociedade Recreio Gramadense e escolas e bairros da cidade. ‘Teremos ampla programação no cinema nos bairros e as escolas também serão envolvidas com o Educavídeo, que vai apresentar os vídeos dos nossos alunos no festival’, diz.

De acordo com a secretária, a programação visual do 41 Festival de Gramado busca expressar a latinidade do evento. “O conceito pretende reforçar a importância do festival para a América Latina. São quatro décadas de tradição. Estamos felizes com a aprovação do meio cinematográfico em momento de afirmação.”

Ela salienta que a fachada do Palácio dos Festivais e a rua Coberta, com o tapete vermelho, apresentam novidades em decoração, luz, som e projeção de imagens, lembrando que o evento é o último a ser organizado pela Pasta. Depois, a empresa pública de Turismo de Gramado passa a gerir os eventos da cidade.

Informações de Correio do Povo

fonte: http://novohamburgo.org/

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sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Eventos e Festivais: 1ª Semana de Arte movimenta Entre Rios




Mais uma vez a cidade de Entre Rios de Minas voltará a respirar arte e cultura, é o que o promete o Instituto Maria Helena Andrés. Entre os dias 30 de julho e 02 de agosto, esta programada a “1ª Semana de Arte de Entre Rios de Minas”, evento realizado em parceria com o Laboratório Innovatio da EBA/UFMG, a C/Arte Projetos Culturais e o Villa Lobo Arte Bar. Com o intuito de proporcionar um ambiente cultural na comunidade, que propicie a toda população um conhecimento e a vivência artística no campo da música, fotografia, cinema e artes visuais. Durante a semana você poderá acompanhar na sede do IMAH a exposição artística de Maria Helena Andrés, além de oficinas e workshops oferecidos gratuitamente. O evento acompanha a comemoração dos 300 anos do município de Entre Rios de Minas.

A 1ª Semana de Arte terá início com a exposição de desenhos, aquarelas e pinturas de Maria Helena Andrés, realizadas nos anos 1940/50 e que mostram as paisagens, as festas e o cotidiano da vida, ainda rural de Entre Rios de Minas, onde a artista passava o final de semana na Fazenda da Barrinha, juntamente com seu marido Luiz Andrés Ribeiro de Oliveira. A mostra retratará o período de formação da artista, ainda sob a influência do mestre Guignard. As obras estarão expostas na sede do IMHA, de 30 de julho até 30 de outubro de 2013.

Nos dias seguintes a inauguração da Semana, ocorrerá um workshop de música para as crianças e três oficinas diferentes para toda a comunidade (fotografia, pinhole e documentário). O workshop será realizado no Villa Lobo Arte Bar e as oficinas na Escola Estadual Ribeiro de Oliveira.

As noites durante a Semana também contam com uma variada programação. Além de apresentações musicais que animarão o público no Villa Lobo Arte Bar, haverá ainda exposições de vídeos, fotografias e curtas, abertos a todo o público.

Conheça o IMAH

O Instituto Maria Helena Andrés (IMHA) foi fundado em abril de 2005 por um grupo de pessoas interessadas em promover o desenvolvimento humano e o despertar da consciência, por meio de ações culturais, de inclusão social e de educação pela arte. Sua atuação, fundamentada na obra e na vida da artista plástica e escritora Maria Helena Andrés, valoriza a arte como processo educativo e instrumento capaz de estender a criatividade à vida cotidiana, pelo intercâmbio interdisciplinar entre artes plásticas, música, teatro, circo, dança, cinema, fotografia, história, literatura, yoga e ecologia, entre outras manifestações culturais.

Com quatro festivais de inverno, diversos eventos, bem como projetos educativos e culturais realizados, o Instituto se consolida como ponto de referência no Campo das Vertentes, possibilitando, cada vez mais, a inclusão social e o acesso à cultura nessa região do Estado de Minas.

O IMHA tem sua sede em Entre Rios de Minas, na Av. Benedito Valadares, 261, Jardim Primavera.

Mais informações encontram-se no site do IMHA: www.imha.org.br


fonte: http://www.jornalcorreiodacidade.com.br/

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quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Eventos e Festivais: Festival de Veneza abraça a diversidade








O Festival de Veneza, que realiza sua 70ª edição em agosto, anunciou sua programação, revelando uma mistura eclética de dramas sociais, fantasias, ficção científica e até animação. E incluirá, pela primeira vez em competição, filmes documentários. Para o diretor do festival Alberto Barbera, trata-se de “um mix interessante de nomes estabelecidos com cineastas emergentes e filmes dos mais variados tipos”. Ou seja, o cinema em toda as suas possibilidade.

A seleção competitiva traz novos filmes de Terry Gilliam (“O Mundo Imaginário do Doutor Parnassus”), Jonathan Glazer (“Reencarnação”), Stephen Frears (“A Rainha”), Xavier Dolan (“Amores Imaginários”), Hayao Miyazaki (“A Viagem de Chihiro”), David Gordon Green (“Segurando as Pontas”), John Curran (“Despertar de uma Paixão”) e até do ator James Franco (diretor do inédito “As I Lay Dying”). Ao todo, 20 filmes competirão pelo Leão de Ouro, que será entregue pelo júri presidido pelo mítico cineasta Bernardo Bertolucci (“Os Sonhadores”).



Gravidade

Exemplo do ecletismo vigente na programação, a abertura do festival acontecerá no espaço sideral, com a première 3D de “Gravidade”, do cineasta Alfonso Cuarón (“Filhos da Esperança”), exibido fora de competição. A trama acompanha George Clooney (“Os Descendentes”) e Sandra Bullock (“As Bem-Armadas”) como astronautas perdidos no espaço, após um acidente destruir sua nave em órbita da Terra. Mesmo com efeitos especiais, o diretor prometeu um filme realista, sem sons se propagando no espaço e sem maquiagem nos protagonistas, além de refletir o problema causado pelo acúmulo de lixo espacial acima da atmosfera.

Por sua vez, o filme escolhido para encerrar o evento é uma coprodução brasileira: o documentário 3D “Amazônia – Planeta Verde”, de Thierry Ragobert (“O Planeta Branco”), parceria da Gullane Filmes com a França, também exibida fora de competição, que pretende desvendar mistérios da fauna e da flora através do ponto de vista de um macaco prego, sobrevivente de um acidente aéreo na região amazônica.



Amazônia – Planeta Verde

“Abrimos e fechamos com filmes 3D, que parece ser a direção em que o cinema está seguindo”, apontou Barbera, que para chegar aos filmes da seleção assistiu com sua equipe quase 3,5 mil títulos de diferentes países.

O fato que mais chama atenção na seleção é justamente a inclusão pioneira de documentários. Entre os filmes em competição, estão “The Known Unknown: The Life and Times de Donald Rumsfeld” de Errol Morris (“Sob a Névoa da Guerra”), um perfil-denúncia do controvertido ex-Secretário de Defesa dos EUA Donald Rumsfeld, e “Sacro GRA”, de Gianfranco Rosi (“El Sicario, Room 164″), que documenta os arredores da maior rodovia urbana da Itália.



Tom à la Ferme

Alguns títulos de ficção também demonstram preocupação com eventos reais. “Parkland”, de Peter Landesman, dramatiza um trauma histórico americano, examinando o caos que tomou conta do Hospital Parkland, em Dallas, no fatídico dia de 1963 em que o corpo baleado do Presidente John Kennedy adentrou suas portas.

O diretor Stephen Frears é outro que se embrenha em fatos reais, apresentando o drama verídico de uma mulher em busca de seu passado. “Philomena” acompanha uma idosa (Judi Dench, de “007 – Operação Skyfall”) procurando o filho que foi tirado de seus braços quando ela ainda era jovem e morava num convento. O filme denuncia práticas da Igreja e discute até que ponto a hipocrisia perverte valores cristãos, prejudicando ao próximo.



The Wind Rises

“Tracks”, de John Curran, vai levar ao Lido outra história real de uma mulher determinada. A trama adapta o livro de memórias de Robyn Davidson, vivida na tela por Mia Wasikowska (“Segredos de Sangue”), uma mulher que andou por nove meses de camelo no deserto australiano.

Como é de praxe em sua filmografia, Xavier Dolan volta ao circuito dos festivais para discutir a homossexualidade no mundo contemporâneo. O diretor canadense, que pela primeira vez preferiu Veneza a Cannes, concorre com “Tom à la Ferme” (Tom at the Farm), sobre um homem que, após a morte do parceiro, conhece a família do companheiro, que entretanto desconhecia sua vida gay.



Under the Skin

Também refletindo temas atuais, “Night Moves”, de Kelly Reichardt (“Meek’s Cutoff”), acompanha um trio de ecoterroristas que planeja a explosão de uma represa, e conta com a atuação de Peter Sarsgaard (série “The Killing”) e de jovens estrelas de Hollywood, como Jesse Eisenberg (“Truque de Mestre”) e Dakota Fanning (“A Saga Crepúsculo: Amanhecer – Parte 2″).

Do mundo imaginário e fantástico de Terry Gilliam vem “The Zero Theorem”, filme que busca o sentido da vida. Literalmente. Sua trama acompanha um gênio da informática que tenta determinar o sentido da vida humana, com um elenco de peso encabeçado por Christoph Waltz (“Django Livre”), Matt Damon (trilogia “Bourne”) e Tilda Swinton (“Precisamos Falar Sobre Kevin”).



Parkland

Igualmente fantasiosa é a sci-fi “Under The Skin”, de Jonathan Glazer, que traz Scarlett Johansson (“Os Vingadores”) explorando sua sensualidade como uma alienígena devoradora de homens.

Por outro lado, o mestre da animação japonesa Hayao Miyazaki se inspira na realidade para trazer a Veneza uma cinebiografia animada, “The Wind Rises”, que conta a história de Jiro Horikoshi, engenheiro japonês que ficou famoso por criar o avião “Zero Fighter”, utilizado durante a 2ª Guerra Mundial.



Joe

Especialista em comédias besteirol, David Gordon Green se reinventou no começo do ano com o prêmio de Melhor Diretor no Festival de Berlim por “Prince Avalanche”, e agora surge em Veneza com o thriller “Joe”, protagonizado por Nicolas Cage (“O Resgate”). Adaptação do romance homônimo de Larry Brown, a trama acompanha o personagem de Cage, um ex-presidiário, que se torna um exemplo improvável para um garoto de 15 anos (Tye Sheridan, revelação de “A Árvore da Vida”) com uma família problemática.

O ator James Franco também traz uma adaptação literária, “Child of God”, que leva às telas o livro homônimo de Cormac McCarthy (autor de “Onde os Fracos Não Têm Vez”). Dirigido e estrelado por Franco, o drama conta a história de um solitário violento que vive em uma caverna nas montanhas do Tennessee. Essa será a terceira vez que o ator estreia um filme em um festival neste ano.



Ana Arabia

Entre os europeus, o cineasta francês Philippe Garrel (“Amantes Constantes”), sempre favorito em Veneza, volta com “La Jalousie”, novamente estrelado por seu filho Louis Garrel (“Os Sonhadores”) e enfocando o amor. Gianni Amelio, último italiano a ganhar o Leão de Ouro de Veneza – em 1998 por “Assim É Que Se Ria” -, também retorna, desta vez para lançar sua primeira comédia, “L’Intrepido” (The Intrepid). Mas é o novato Alexandros Avranas, cineasta grego que lança seu segundo longa-metragem, “Miss Violence”, quem pode surpreender, muito em função da história abordada: o suicídio de uma menina de 11 anos de idade.

Representantes asiáticos, o taiwanês Tsai Ming-liang, vencedor do Leão de Ouro por “Vive L’Amour” (1994), é forte candidato novamente com “Stray Dogs”, assim como o cineasta israelense Amos Gitai (“Aproximação”), que mantém sua presença constante no evento com “Ana Arabia”.



Tracks

Entretanto, o vencedor do Festival de Veneza do ano passado, o sul-coreano Kim Ki-Duk (Leão de Ouro por “Pietá”), curiosamente apresentará seu novo filme fora de competição. O controverso “Moebius” tem lutado para obter um lançamento em sua terra natal devido ao conteúdo pesado. O drama mostra incesto, castração e outras formas de situações “impróprias”, segundo a Korea Media Rating Board (KMRB), responsável pela classificação etária dos filmes no país.

Fora de competição, também serão exibidos um filme dedicado a Federico Fellini do mestre italiano Ettore Scola (“Aquele que Sabe Viver”), a biografia “Walesa: Man of Hope”, sobre o primeiro presidente operário do mundo, assinado pelo genial Andrzej Wajda (“O Homem de Ferro”), além do polêmico “The Canyons”, de Paul Schrader (“Gigolô Americano”), gravado digitalmente com a atriz-problema Lindsay Lohan (“Todo Mundo em Pânico 5″) e o ator pornô James Deen.



Philomena

Evidenciando o ecletismo da seleção, ainda serão projetados a continuação do terror “Wolf Creek”, a adaptação com atores reais do anime clássico “Space Pirate Captain Harlock”, o remake japonês do western “Os Imperdoáveis” (1992), feito por Lee Sang-il (“Hula Girls”), e o intrigante “Locke”, de Steven Knight (roteirista de “Senhores do Crime”), um thriller em tempo real, estrelado por Tom Hardy (“Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge”).

A prestigiada sessão Horizontes, mostra paralela dedicada a filmes que privilegiam novas tendências, também apresenta longas instigantes e distintos, entre eles “Why Don’t You Play in Hell?”, filme de ação e artes marciais do japonês Sion Sono (“Suicide Club”), “We Are the Best!”, sobre pré-adolescentes que formam uma banda punk, dirigido pelo sueco Lukas Moodysson (“Para Sempre Lilya”), “The Sacrament”, novo terror de Ti West (“Hotel da Morte”) sobre um jornalista que investiga um culto misterioso, e “Palo Alto”, estreia da mais nova integrante do clã Coppola, Gia Coppola, neta do cineasta Francis Ford Coppola (“O Poderoso Chefão”).



We Are the Best!

O evento também prestará homenagem ao cineasta americano William Friedkin, diretor de clássicos como “Operação França” (1971) e “O Exorcista” (1973), que receberá um Leão de Ouro especial por sua carreira. Para Barbera, a obra de Friedkin é “exemplo de um cinema exigente, intelectualmente honesto, emocionalmente intenso, aventurado e errático de modo programático”.

O Festival de Cinema de Veneza acontece entre os dias 28 de agosto e 7 de setembro na cidade italiana que lhe dá nome. Confira abaixo a lista completa dos selecionados.



Walesa: Man of Hope



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Programação do Festival de Veneza 2013
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Mostra competitiva

“Es-Stouh”, de Merzak Allouache (Algéria/França)
“L’intrepido”, de Gianni Amelio (Itália)
“Miss Violence”, de Alexandros Avranas (Grécia)
“Tracks”, de John Curran (Reino Unido/Austrália)
“Via Castellana Bandiera”, de Emma Dante (Itália/Suiça/França)
“Tom at the Farm,” de Xavier Dolan (Canadá/França)
“Child of God”, de James Franco (EUA)
“Philomena,” de Stephen Frears (Reino Unido)
“La Jalousie”, de Philippe Garrel (França)
“The Zero Theorem”, de Terry Gilliam (Reino Unido/EUA)
“Ana Arabia”, de Amos Gitai (Israel/França)
“Under the Skin”, de Jonathan Glazer (Reino Unido/EUA)
“Joe”, de David Gordon Green (EUA)
“Die Frau des Polizisten (The Police Officer’s Wife)”, de Philip Groning (Alemanha)
“Kaze tachinu”, de Hayao Miyazaki (Japão)
“The Unknown Known: the Life and Times of Donald Rumsfeld”, de Errol Morris (EUA)
“Night Moves”, de Kelly Reichardt (EUA)
“Sacro GRA”, de Gianfranco Rosi (Itália)
“Jiaoyou (Stray Dogs)”, de Tsai Ming-liang (Taiwan/França)

Fora de competição

“Space Pirate Captain Harlock”, de Aramaki Shinji (Japão)
“Gravity”, de Alfonso Cuaron (EUA)
“Moebius”, de Kim Ki-duk (Coreia do Sul)
“Locke”, de Steven Knight (Reino Unido)
“Yurusarezaru mono (Unforgiven)”, de Lee Sang-Il (Japão)
“Wolf Creek 2”, de Greg McLean (Austrália)
“Die Andere Heimat — Chronik einer Sehnsucht (Home from Home — Chronicle of a Vision)”, de Edgar Reitz (Alemanha)
“The Canyons”, de Paul Schrader (EUA)
“Che strano chiamarsi Federico Scola racconta Fellini”, de Ettore Scola (Itália)
“Walesa. Czlowiek z nadziei (Walesa. Man of Hope)”, de Andrzej Wajda e Ewa Brodzka (Polônia)
“Summer 82 When Zappa Came to Sicily”, de Salvo Cuccia (Itália/EUA)
“Pine Ridge”, de Anna Eborn (Dinamarca)
“The Armstrong Lie,” de Alex Gibney (EUA)
“Ukraina ne Bordel (Ukraine Is Not Brothel)”, de Kitty Green (Austrália)
“Amazonia”, de Thierry Ragobert (França/Brasil)
“Feng Ai (‘Til Madness Do Us Apart)”, de Wang Bing (Hong Kong/China/França/Japão)
“At Berkeley”, de Frederick Wiseman (EUA)

Mostra Horizontes

“Je m’appelle Hmmm…”, de Agnes B. (França)
“Bauyr (Little Brother)”, de Serik Aprymov (Cazaquistão)
“Il terzo tempo”, de Enrico Maria Artale (Itália)
“Eastern Boys”, de Robin Campillo (França)
“Palo Alto”, de Gia Coppola (EUA)
“Ruin”, de Amiel Courtin-Wilson e Michael Cody (Austrália)
“Mahi Va Gorbeh (Fish and Cat)”, de Shahram Mokri (Irã)
“Vi ar bast! (We Are the Best!)”, de Lukas Moodysson (Suécia/Dinamarca)
“Wolfskinder (Wolfschildren)”, de Rick Ostermann (Alemanha)
“La vida despues”, de David Pablos (México)
“Algunas Chicas”, de Santiago Palavecino (Argentina)
“Medeas”, de Andrea Pallaoro (EUA/Itália)
“Still Life”, de Uberto Pasolini (Reino Unido)
“Piccola Patria”, de Alessandro Rossetto (Itália)
“La prima neve”, de Andrea Segre (Itália)
“Jigoku de naze warui (Why Don’t You Play in Hell?)”, de Sono Sion (Japão)
“The Sacrament”, de Ti West (EUA)

fonte: http://pipocamoderna.com.br/

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sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Eventos e Festivais: Filmes nacionais participam do Festival Internacional de Cinema de Locarno, na Suíça







A atriz Débora Olivieri em cena de "Educação sentimental", novo longa do diretor Júlio Bressane


Foi anunciada na quarta-feira, 17, a seleção oficial da 66ª edição do Festival Internacional de Cinema de Locarno, que acontece entre os dias 7 e 17 de agosto, na Suíça. O Brasil está representado pelo longa-metragem "Educação sentimental", de Júlio Bressane, e pelo curta "Tremor", de Ricardo Alves Jr.

"Educação sentimental" está entre as 20 produções internacionais que disputam o Leopardo de Ouro, principal prêmio do festival. A Competição Internacional busca apresentar uma expressiva seleção do cinema deautor contemporâneo, programando obras recentes de jovens talentos, ao lado de nomes consagrados, todos em caráter de pré-estreia mundial. "Educação Sentimental" narra a relação entre uma professora solitária na faixa dos 40 anos e um jovem, cuja história muda de rumo a partir de uma revelação inusitada do passado. O filme de Bressane participa do festival com auxílio financeiro, confecção e envio de cópia legendada concedidos pela ANCINE, por meio do Programa de Apoio à Participação de Filmes Brasileiros em Festivais Internacionais.

O curta-metragem "Tremor", programado na seção Leopardos de Amanhã, também recebe apoiofinanceiro da ANCINE. A seção Leopardos de Amanhã é dedicada à exibição de curtas e médias-metragens de realizadores independentes, que ainda não tenham feito seus primeiros longas. Confira a seleção oficial do Festival Internacional de Cinema de Locarno.

ANCINE também apoia documentário brasileiro em festival no Canadá

O documentário "Cidade cinza" participará do Festival Mundial de Cinema de Montréal, no Canadá, que acontece entre os dias 22 de agosto e 2 de setembro, com o apoio da ANCINE. O filme de Marcelo Mesquita e Guilherme Valiengo, que documenta a cena de arte urbana e grafite da cidade de São Paulo, foi contemplado pelo Programa de Apoio à Participação de Filmes Brasileiros em Festivais Internacionais com o envio da cópia e ajuda financeira para sua participação na mostra Documentários do Mundo. O programa contempla obras oficialmente convidadas para 77 mostras e festivais ao redor do mundo com apoios diversos, como parte da política da Agência de divulgação do cinema nacional no exterior.

fonte: http://aquiacontece.com.br/

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Eventos e Festivais: Festival Internacional de Curtas de SP divulga filmes selecionados






A 24ª edição do Festival Internacional de Curtas-metragens de São Paulo – Curta Kinoforum divulgou a lista de filmes selecionados para sua programação principal, que acontece entre os dias 22 e 30 de agosto. Ao todo, o Festival apresenta anualmente em torno de 400 filmes, que este ano serão exibidos em sete salas espalhadas por São Paulo, com entrada gratuita. Veja a lista completa aqui.

A Mostra Internacional conta com 59 filmes de 39 países em todos os continentes, entre documentários, animações, experimentais e ficções. Entre os selecionados, estão diversos filmes premiados nos principais festivais do mundo dedicados ao formato de curta-metragem. O francês “A Fuga”, por exemplo, recebeu o Urso de Ouro de Melhor Curta no Festival de Berlim.

A Mostra Latino-americana destaca a produção de nove países, em 28 curtas-metragens. Entre os destaques estão o colombiano “Solecito”, de Oscar Ruiz Navia, que integrou a Quinzena dos Realizadores do Festival de Cannes de 2013; o chileno “Asunción”, de Camila Luna Toledo, e o mexicano “Contrafábula de uma Niña Dissecada”, de Alejandro Iglesias, ambos integrantes da mostra Cinefondation de Cannes.

A programação brasileira apresenta filmes que se destacaram em festivais de todo o mundo e também terá várias estreias. A Mostra Brasil conta com filmes como “Pouco Mais de um Mês”, do mineiro André Novais, que recebeu menção honrosa na Quinzena dos Realizadores do Festival de Cannes, e o também mineiro“Tremor”, de Ricardo Alves Jr., que está selecionado para o Festival de Locarno, na Suíça.

Os diretores Juliana Rojas e Marco Dutra (de Trabalhar cansa) apresentam o seu novo curta, “Nascemos Hoje, quando o Céu Estava Carregado de Ferro e Veneno”, uma ficção científica musical sobre o amor que faz sua estreia mundial no Festival de Curtas. O cineasta cearense Salomão Santana apresenta “Alguém no Futuro” (foto), seu mais recente curta. No Panorama Paulista, um dos destaques é “O Sol Pode Cegar”, de Tati Loureiro (São Paulo), sobre um garoto que perde a virgindade com a empregada doméstica da família, que mora em sua casa.

fonte: http://cinemacomrapadura.com.br/

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quarta-feira, 31 de julho de 2013

Eventos e Festivais: Produções baianas concorrem no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro



Evento acontece de 17 a 24 de setembro e terá exibição de Depois da Chuva e Hereros Angola
Lívia Rangel
(livia.rangel@redebahia.com.br)
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Depois da Chuva e Hereros Angola representam a Bahia no Festival de Brasília 2013


O filme Depois da Chuva, longa ambientado na redemocratização do Brasil, e o documentário Hereros Angola do fotógrafo Sérgio Guerra foram selecionados para 46º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Um dos mais tradicionais e importantes do país, o festival acontece de 17 a 24 de setembro, contemplando cinco categorias competitivas, com seis filmes cada.

Depois da Chuva
Totalmente produzido em Salvador e ambientado em 1984, quando o país foi às ruas pedindo eleições diretas para presidência da República (Diretas Já), o filme Depois da Chuva foi selecionado na categoria longa-metragem de ficção.

Exibida como “work in progress” nos festivais de Cannes e de Cinema Independente de Buenos Aires (Bafici), a produção dialoga com o momento atual do país, marcado pelos protestos que levaram a população novamente às ruas, em busca de uma participação mais efetiva na vida política. Realizado pela produtora Coisa de Cinema, dirigida por Cláudio Marques e Marília Hughes, o longa traz a atmosfera dos anos 80, com o começo da epidemia da Aids, a força do punk-rock e a ameaça de uma guerra nuclear.

Em fase de pós-produção e iniciando sua carreira em festivais como obra finalizada, o filme terá distribuição da Espaço Filmes, de Adhemar Oliveira, e deve chegar aos cinemas em 2014, quando o movimento Diretas Já completa 30 anos.

Depois da Chuva é o primeiro longa-metragem de Cláudio Marques e Marília Hughes, diretores de seis curtas-metragens que acumulam 39 premiações e 150 participações em mostras e festivais. O projeto foi viabilizado pelo Edital de Baixo Orçamento do Ministério da Cultura (R$ 1,2 milhões) e do governo do Estado da Bahia (R$ 200 mil) e filmado durante cinco semanas entre junho e julho de 2012.


Documentário
Já Hereros Angola, do premiado fotógrafo Sérgio Guerra, é um documentário sobre o grupo étnico do mesmo nome. Habitantes das terras do sudoeste de Angola e provenientes dos povos bantos, os hereros são donos de uma tradição ancestral que é passada oralmente de pais para filhos. O filme mostra o conhecimento vivo destes povos, em constante movimento: do nascimento à morte, atravessando os mais importantes aspectos da ancestralidade, que mantêm essa milenar cultura de pé e que agora ganha novos sentidos através da câmera cinematográfica.

Os planos levam a territórios improváveis da experiência humana, que aos olhos externos podem parecer somente exóticos. Através de um convívio intenso com esses povos, o filme mostra um presente, que não só reflete o passado, mas eterniza uma cultura quase sem registros.


VEJA LISTA COMPLETA DE COMPETIDORES:

Mostra competitiva de filmes de longa metragem ficção
1. A Estrada 47 (A Montanha), de Vicente Ferraz, 106min, RJ, 2013
2. Avanti Popolo, de Michael Wahrmann, 72min, SP, 2013
3. Depois da Chuva, de Cláudio Marques e Marília Hughes, 90min, BA, 2013
4. Exilados do Vulcão, de Paula Gaitán, 125min, RJ/MG, 2013
5. Os Pobres Diabos, de Rosemberg Cariry, 98min, CE, 2013
6. Riocorrente, de Paulo Sacramento, 79min, SP, 2013

Mostra competitiva de filmes de longa metragem documentário
1. A Arte do Renascimento - Uma Cinebiografia de Silvio Tendler, de Noilton Nunes, 72min, RJ, 2013
2. Hereros Angola, de Sergio Guerra, 99min, BA, 2013
3. Morro dos Prazeres, de Maria Augusta Ramos, 90min, RJ, 2013
4. O mestre e o Divino, de Tiago Campos, 83min, PE, 2013
5. Outro Sertão, de Adriana J
acobsen e Soraia Vilela, 73min, ES, 2013
6. Plano B, de Getsemane Silva, 84min, DF, 2013

Mostra competitiva de filmes de curta metragem ficção
1. Au Revoir, de Milena Times, 20min, PE, 2013
2. Fernando que Ganhou um Pássaro no Mar, de Felipe Bragança e Helvécio Marins Jr., 20min, RJ, 2013
3. Lição de Esqui, de Leonardo Mouramateus e Samuel Brasileiro, 23min, CE, 2013
4. Sylvia, de Artur Ianckievicz, 17min18, PR, 2013
5. Todos os dias em que sou estrangeiro, de Eduardo Morotó, 20min, RJ, 2013
6. Tremor, de Ricardo Alves Jr., 14min, MG, 2013

Mostra competitiva de filmes de curta metragem documentário
1. A que deve a honra da ilustre visita este simples marquês?, de Rafael Urban e Terence Keller, 25min, PR, 2013
2. Carga Viva, de Débora de Oliveira, 18min, MG, 2013
3. Contos da Maré, de Douglas Soares, 17min35, RJ, 2013
4. Luna e Cinara, de Clara Linhart, 14min, RJ, 2012
5. O canto da Lona, de Thiago Brandimarte Mendonça, 25min, SP, 2013
6. O gigante nunca dorme, de Dácia Ibiapina, 15min, DF, 2013

Mostra competitiva de filmes de curta metragem animação
1. Deixem Diana em Paz, de Julio Cavani, 10min, PE, 2013
2. Ed., de Gabriel Garcia, 13min56, RS, 2013
3. Engole ou Cospervilha?, de Marão, David Mussel, Pedro Eboli, Fernanda Valverde, Jonas Brandão, Giuliana Danza, Gabriel Bitar e Zé Alexandre, 8min, RJ, 2013
4. Faroeste - Um Autêntico Western, de Wesley Rodrigues, 18min25, GO, 2013
5. Quinto Andar, de Marco Nick, 7min40, MG, 2012
6. RYB, de Deco Filho, 4min, DF, 2013


fonte: http://ww.ibahia.com/

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terça-feira, 30 de julho de 2013

Eventos e Festivais: Palácio dos Festivais tem programação definida no Festival de Cinema de Gramado






Atividades acontecerão entre os dias 09 e 17 de agosto. 
Valor de ingressos nas exibições normais custarão entre R$ 10 e 20 reais, exceto na noite da premiação.

Da Redação redacao@novohamburgo.org (Siga no Twitter)

Foi definida a programação oficial do Palácio dos Festivais, do 41º Festival de Cinema de Gramado. O local que recebe a exibição dos filmes nas competições e homenagens entre os dias 09 e 17 de agosto terá diversos artistas da sétima arte do Brasil e de outros países por lá. A programação completa pode ser conferida no site no Festival.

Os ingressos para o evento podem ser comprados pela internet ( link disponível no site oficial a partir do dia 1º de agosto) ou na Sociedade Recreio Gramadense (rua Garibaldi, 328 – Centro, Gramado), entre os dias do Festival, das 9horas às 19h.

VALORES – Os preços populares ficam em R$ 20,00 para público em geral e R$ 10,00 para estudantes e pessoas com mais de 60 (obrigatória apresentação de documento). Na noite de premiação, os ingressos custarão R$ 100,00 e não há desconto.

Informações de Pauta Assessoria

FOTO: Edison Vara/Pressphoto

fonte: http://novohamburgo.org/

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segunda-feira, 29 de julho de 2013

Eventos e Festivais: 5º Festival de Música de Inverno de Rio Claro começa dia 23






O já tradicional Festival de Música de Inverno de Rio Claro começa no próximo dia 23, terça-feira. Até o dia quatro de agosto, uma série de apresentações leva ao público vários talentos musicais abordando uma gama diversificada de estilos. As apresentações acontecem no Casarão da Cultura (avenida 3, 568 – centro – esquina com a rua 7) e são gratuitas.

A quinta edição do festival também vai destacar as artes plásticas com a exposição Arte Realista & Ícones da Música, com obras de Ronaldo Ciribelli que retratam importantes artistas musicais.

A abertura da mostra e do festival acontecem às 20 horas, em uma noite que terá várias atrações especiais. Na parte externa, Thalita Gobbo, a VJ Skylar, fará projeções nas janelas do Casarão da Cultura, enquanto a dupla Bruna Pazzeto, no saxofone, e Leandro Algisi, no violino, vão recepcionar o público. Dentro do recinto, o pianista Silas Massini fará a ambientação musical, enquanto os atores da Cia de Teatro Tempero d’Alma vão circular pelo local caracterizados como grandes nomes da música.

Após a abertura, a Banda Moloca Fina apresenta o show “Brasilidades”. O grupo tem no vocal Lizes Cortez, na guitarra Bruce Wilton Tessari, no baixo Everton Nardini e, na bateria, Aaron Thiago da Silva.

Nos demais dias do festival, o cardápio musical será variado, com pop rock, jazz, temas de cinema, homenagens a nomes de peso da MPB e da música internacional, música erudita, música afro-brasileira, samba, música clássica, bossa nova e muito mais. Cada noite será especial e na medida para os amantes da boa música.

Além dos shows no Casarão da Cultua, o Festival de Música de Inverno traz uma série de eventos paralelos. Um deles será a apresentação em asilos, hospitais e centros assistenciais. Também haverá ensaios abertos de alunos da Orquestra Filarmônica de Rio Claro.

O evento é uma realização da Prefeitura por intermédio da Secretaria de Cultura em parceria com a Orquestra Filarmônica de Rio Claro. O patrocínio é da Elétrica Garcia. O evento tem ainda o apoio de Balaio de Gato, Beta-Plan, Espaço Cozinha Restaurante, Fricock, Jog Music, Mundo Color, projeto Música em Cena, Restaurante Jangada e Soul Singer’s Escola de Canto.


fonte: http://www.canalrioclaro.com.br/

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sexta-feira, 26 de julho de 2013

Eventos e Festivais: Festival de Música de Inverno começa terça-feira em Rio Claro








O Festival de Música de Inverno de Rio Claro começa na terça-feira (23) e vai esquentar as noites no Casarão da Cultura até o dia quatro de agosto com um caldeirão de estilos musicais que vão animar o público em shows gratuitos com nomes de destaque do cenário musical rio-clarense. A abertura, às 20 horas, também marca o início da exposição “Arte Realista & Ícones da Música”, com trabalhos de Ronaldo Ciribelli retratando grandes nomes da música.

O destaque musical da noite será a dupla Adriana César e Fernando Gonçalves, que vai levar ao público grandes obras da MPB. Os artistas apostam na versatilidade do repertório, no apuro da execução e na comunicação com o público como diferencial de seu trabalho. A dupla substitui a banda Maloca Fina, que estava escalada para tocar nessa terça-feira, mas cancelou a apresentação.

Além da dupla, outras atrações estão programadas para a noite de abertura do Festival de Inverno. Na parte externa, Thalita Gobbo, a VJ Skylar, fará projeções nas janelas do Casarão da Cultura, e a dupla Bruna Pazzeto, no saxofone, e Leandro Algisi, no violino, vai recepcionar o público. Leandro e Bruna começaram a se apresentar em 2006, criando um estilo próprio de interpretação de grandes canções nacionais e internacionais do repertório erudito e popular.

Dentro do recinto, o pianista Silas Massini fará a ambientação musical. Massini é um dos poucos pianistas que não utiliza partituras para tocar, e interpreta temas da música popular nacional e internacional, antigas e contemporâneas.

O público também verá circulando pelos espaços interno e externo do Casarão da Cultura atores da Cia de Teatro Tempero d’Alma, caracterizados como grandes nomes da música.

Nos demais dias do festival, o cardápio musical será variado, com pop rock, jazz, temas de cinema, homenagens a nomes de peso da MPB e da música internacional, música erudita, música afro-brasileira, samba, música clássica, bossa nova e muito mais. Cada noite será especial e na medida para os amantes da boa música.

Além dos shows no Casarão da Cultua, o Festival de Música de Inverno traz uma série de eventos paralelos, entre eles apresentações em asilos, hospitais e centros assistenciais. Também haverá ensaios abertos de alunos da Orquestra Filarmônica de Rio Claro.

O evento é uma realização da Prefeitura por intermédio da Secretaria de Cultura em parceria com a Orquestra Filarmônica de Rio Claro.

fonte:http://g1.globo.com/

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quinta-feira, 25 de julho de 2013

Eventos e Festivais: 5º Festival de Inverno reúne música, artes plásticas e teatro em Rio Claro




Programação será realizada no Casarão da Cultura até o dia 4 de agosto.
Evento será aberto nesta terça-feira, às 20h, com show e exposição.

A 5ª edição do Festival de Inverno de Rio Claro (SP) reúne talentos da música, artes plásticas e teatro no Casarão da Cultura. O evento será aberto nesta terça-feira (23) às 20h, e segue até dia 4 de agosto. As apresentações são todas de graça.



Show de Fernando e Adriana marca noite
(Foto: Adriana César/arquivo pessoal)

A exposição 'Arte Realista & Ícones da Música', com trabalhos de Ronaldo Ciribelli, e o show da dupla Adriana César e Fernando Gonçalves marcam a primeira noite do Festival.

Promovido pela Secretaria de Cultura em parceria com a Orquestra Filarmônica da cidade, o evento traz também nesta quarta-feira (24) o pianista Silas Massini. Ele não utiliza partituras para tocar e interpreta temas da música popular nacional e internacional, antigas e contemporâneas.

Na parte externa, Thalita Gobbo, a VJ Skylar, faz projeções nas janelas do local. A dupla Bruna Pazzeto no saxofone e Leandro Algisi no violino trazem repertório nacional e internacional, erudito e popular.

O público também verá circulando pelos espaços interno e externo do Casarão da Cultura atores da Cia de Teatro Tempero d’Alma, caracterizados como grandes nomes da música.

Nos demais dias do festival, o público poderá apreciar um repertório diversificado com pop rock, jazz, temas de cinema, homenagens a nomes de peso da MPB e da música internacional, música erudita, música afro-brasileira, samba, música clássica e bossa nova.

O Festival de Inverno traz também uma série de eventos paralelos, entre eles, apresentações em asilos, hospitais e centros assistenciais. Além disso, haverá ensaios abertos de alunos da Orquestra Filarmônica da cidade.

fonte:http://g1.globo.com/

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quarta-feira, 24 de julho de 2013

Eventos e Festivais: Agosto com programação intensa de música em Austin






Austin é considerada a Capital Mundial da Música ao Vivo


Vibrante, Austin, a capital do Estado do Texas, é conhecida como a ‘Capital Mundial da Música ao Vivo’. Mas não é apenas isso que tem de melhor: a cidade está entre as principais do mundo nos quesitos segurança, satisfação com serviços aeroportuários, instalações de alta tecnologia e vida noturna. Além da criatividade musical, Austin tem tecnologia, empreendedorismo e um magnetismo que atrai profissionais de uma grande variedade de indústrias.



Com 6,5 mil quartos de hotéis disponíveis aos turistas no centro e aclamada pelos restaurantes, Austin surpreende por suas trilhas urbanas e espaços de arte moderna. Vários novos hotéis, incluindo o JW Marriot, o Westin e o Fairmont, serão inaugurados nos próximos três anos, totalizando mais de 2,3 mil quartos. O novo Circuit of the Americas, que abriga o Grande Prêmio de Fórmula 1 dos Estados Unidos desde o ano passado, até 2021, e um majestoso espaço para eventos, que em agosto recebe Keith Urban (15) e Lil Wayne (17), e em setembro, a banda Iron Maiden (10) e o Maroon 5 (18).



Uma das especialidades mais conhecidas de Austin é a sua cena culinária incrível, onde se pode jantar em alguns dos melhores restaurantes dos Estados Unidos ou ir a pé até a esquina e desfrutar de um dos famosos ‘food trucks’ premiados da cidade. Com uma noite animada, diversas opções de restaurantes e excelentes hotéis, a capital texana satisfaz qualquer necessidade de entretenimento. É assim que Austin ganha sua trilha sonora própria: na Capital Mundial da Música ao Vivo, os visitantes podem aproveitar os mais de 250 locais de música ao vivo, de pequenos clubes a estádios renomados.



Veja alguns destaques da programação em Austin:



Austin City Limits Music Festival (de 4-6 a 11-13 de outubro) – O ACL Festival ocorre em Zilker Park, a “joia da coroa” entre os espaços verdes públicos de Austin. Com 130 artistas de todo o mundo, tem também diversão para os pequenos, com atividades para entretê-los durante os seis dias de evento. A edição de 2013 contará com a participação de Depeche Mode, The Cure, Muse, Kings of Leon, Phoenix, Wilco, Arctic Monkeys, Franz Ferdinand e Tame Impala, entre outros.



Austin Film Festival (de 24 a 31 de outubro) – Reconhecido como um dos principais festivais de cinema dos Estados Unidos, este evento cinematográfico brilha dando destaque a tudo o que Austin tem a oferecer: os restaurantes, bares e lojas também participam do festival em parceria com a comunidade, apresentando um programa extraordinário de narrativa, animação, documentários, longas e curtas.



Fun Fun Fun Fest (de 8 a 10 de novembro) – Shows de indie rock, hip hop, punk, música eletrônica e metal em um parque urbano de Austin, em dois dias de música e diversão, com apresentações de comédia, compras e comida. O festival teve início em 2006, e não demorou muito para se tornar um dos preferidos dos amantes da cena independente nos Estados Unidos. Em sua 8ª edição, a programação conta com MGMT, Cut Copy, Snoop Dogg e The Walkmen, entre outros.

fonte: http://www.brasilturis.com.br/

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terça-feira, 23 de julho de 2013

Eventos e Festivais: Festival 'Jazz & Blues' é destaque deste mês no Sesc


Performance do músico Richard Bona, de Camarões, é uma das principais atrações da programação

Ritmos africanos marcam o trabalho do baixista Richard Bona, que se apresenta no dia 15 de agosto, quinta-feira
Com destaque para o festival Sesc Jazz & Blues, que trará seis atrações musicais de diferentes nacionalidades para o palco da unidade, a programação de agosto do Sesc Sorocaba conta ainda com encontros de músicos locais com artistas consagrados da música brasileira. Um bom exemplo dessas parcerias acontece já no próximo dia 8 de agosto (sábado), quando a orquestra Vintena Brasileira se apresenta ao lado do músico Hermeto Pascoal, para um show de comemoração de 10 anos de existência da orquestra formada por músicos da região. No repertório, músicas dos dois primeiros álbuns da Vintena, além de composições de Milton Nascimento e de Hermeto Pascoal. Saindo da música instrumental para o pop, o grupo sorocabano Hai Kai convida Móveis Coloniais de Acaju, no dia 18 (domingo). A apresentação contará com canções de ambos os grupos e já era para ter acontecido em março, mas por conta de um problema com os músicos do Móveis Coloniais de Acaju o encontro acabou tendo que ser adiado para essa data. Os ingressos já adquiridos para o show que seria realizado no começo do ano serão válidos para esta nova data. Novos ingressos poderão ser colocados à venda, no dia do show, de acordo com as condições climáticas.

Dentro do festival Sesc Jazz & Blues, cuja proposta é levar às unidades shows que apresentam um panorama da produção contemporânea de jazz e de blues, e as aproximações entre os dois gêneros, o público sorocabano poderá conhecer trabalhos de artistas vindos de países diferentes. No dia 14 (quarta-feira), os músicos brasileiros Alamo Leal e Flávio Guimarães apresentam todo o entrosamento entre o violão acústico e a gaita no melhor estilo do blues. No dia do aniversário de Sorocaba, 15 (quinta-feira), quem ganha o presente é o público que poderá conferir, ao vivo, a performance do músico de Camarões, Richard Bona, com seus famosos solos de baixo inventivos. Suas músicas combinam ritmos africanos, virtuosismo harmônico e melodias simples e, em Sorocaba, Bona apresenta o seu trabalho mais recente, Bonafied. No mesmo dia, o soteropolitano Letieres Leite, compositor, arranjador e saxofonista que vem desenvolvendo a fusão entre as harmonias modernas do jazz e os ritmos originários do candomblé, apresenta seu experimento com uma formação clássica de jazz, com baixo acústico, piano, bateria, sax/flauta e percussão, com o projeto Lexéu Letieres Leite Quinteto.

O festival segue no final de semana e, no dia 16 (sexta-feira), dois grandes nomes com reconhecimento internacional dividem o palco: Alegre Corrêa, brasileiro que desde a infância atua como violinista, cantor, percussionista e compositor e já realizou parcerias com o instrumentista Hermeto Pascoal e recebeu importantes prêmios como o Grammy Awards de melhor álbum de jazz contemporâneo, é o responsável por abrir a noite, que terá, na sequência, o guitarrista e compositor austríaco Wolfgang Muthspiel.

No dia 17 (sábado), último dia do festival, a programação começa com o show da cantora Sunny War, que apenas com sua voz e seu violão canta lamentos autobiográficos de uma vida dura e pobre, misturados à crítica social e à ira politizada de antigos blues de protesto pró-direitos civis. O show será seguido do show de The West Coast Harp Legends, de Rod Piazza, Mitch Kashmar & Lynwood Slim.O show apresenta os três grandes gaitistas juntos no mesmo palco, acompanhados pela The brazilliam blues all stars, formada por Ari Borger, Igor Prado, Rodrigo Mantovani e Iuri Prado. Encerrando o festival, o pianista, flautista e compositor Jovino Santos Neto convida o baterista Edu Ribeiro, o contrabaixista Dudu Lima, o bandolinista Danilo Brito e a cantora Joana Duah para uma apresentação com diversidade de timbres e estilos.

Mais música

Abrindo a programação musical do mês, nesta semana, Ieda Cruz e Nêga Madame apresentam gratuitamente no dia 2 (sexta-feira), um show do seu último álbum, Decote, que mistura samba-rock, jazz e funk, e influências do samba-jazz dos anos 1960 até às vertentes contemporâneas da música negra como Gilberto Gil e Dorival Caymmi.

No dia 3 (sábado), o grupo Zefinha Vai à Feira traz sua variedade de ritmos e melodias que remetem à música de raiz numa fusão atemporal. No repertório: baião, cantoria de viola, batuques de candomblé, música caipira e samba. No domingo (4), o grupo Mercado de Peixe apresenta músicas do álbum Territórios interioranos, trabalho em que o grupo aprofunda sua busca por novos timbres e sonoridades, com o uso da viola caipira e outros instrumentos.

Na sexta-feira da semana que vem (9), o público acompanha o concerto com os grupos de coro e percussão do Projeto Guri. O show é executado por alunos do projeto que apresentam melhor desempenho musical em toda a região. O concerto é o fechamento de um trabalho realizado pela regente convidada Gisele Cruz, bacharel em música pela Unesp.

O Quinteto Brasília traz para a unidade no dia 13 (terça-feira), seu conjunto de câmara com uma proposta de apresentar ao público repertório audacioso, incluindo novos compositores.

Outras áreas

Além da música, a unidade tem uma vasta programação em outras áreas como o teatro, cujo destaque da programação deste mês fica com as duas apresentações do espetáculo Cacilda!!! - Glória no TBC - Capítulo 1, do diretor José Celso Martinez Corrêa, nos dias 10 e 11 (sábado e domingo). A peça musical brasileira é sobre a vida e obra de Cacilda Becker, percorrendo os anos áureos que a consagraram como a maior atriz trágica de todos os tempos. O espetáculo que apresentam no Sesc trata-se do primeiro dos três capítulos da novela que está sendo montada este ano pela Cia Teat(r)o Oficina Uzyna Uzona, e que compõe a terceira peça da teatralogia escrita por José Celso Martinez Corrêa. Esse capítulo conta a história da criação e inauguração do Teatro Brasileiro de Comédia TBC, do Nick Bar e da Cia de Cinema Vera Cruz.

Para as crianças, a opção é o espetáculo Histórias para ouvidos pequenos, com Zé Bocca, nos dias 3, 10, 17 e 31 (sempre aos sábados), onde o contador de histórias, acompanhado do músico Marcos Boi (violino, violão e voz), apresenta histórias do universo oral do Brasil e do mundo para crianças de todas as idades.

A dança também consta na programação com o espetáculo Diálogos entre música e dança, no próximo dia 7 (quarta-feira). O espetáculo de música e dança surge do encontro entre os artistas Benjamim Taubkin e Morena Nascimento que, em 2002, iniciaram um constante diálogo sobre as vivências pessoais e experiências criativas na vida de cada um.

Serviço

Para os eventos que acontecem entre os dias 1 e 7 do mês, os ingressos começam a ser vendidos a partir do dia 25 do mês anterior. Já as atividades agendadas a partir do dia 8 até o fim do mês, os ingressos começam a ser vendidos a partir do dia 1, a partir das 14h.O Sesc Sorocaba fica na Rua Barão de Piratininga, 555, Jardim Faculdade.

Mais informações e outras atividades em: www.sescsp.org.br.



fonte: http://www.cruzeirodosul.inf.br/

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sexta-feira, 19 de julho de 2013

Eventos e Festivais: Crise não afeta os principais festivais em Portugal




Álvaro Covões, do Optimus Alive, e Jwana Godinho, do Super Bock Super Rock e MEO Sudoeste, defendem a aposta forte nos cartazes dos seus eventosPor: João Carneiro da Silva/ | 2013-07-11 17:20



Estamos em pleno período de festivais de verão e em vésperas do arranque de um dos grandes eventos do ano no calendário musical, o Optimus Alive. Uma semana mais tarde há Super Bock Super Rock, no Meco, Marés Vivas, em Gaia, e Festival Músicas do Mundo, em Sines. O barcelense Milhões de Festa começa no dia 24 de julho, e em agosto ainda temos o Sudoeste e o Paredes de Coura. E isto só para falarmos dos mais «sonantes».

Mas será que esta abundância de festivais é compatível com um país a atravessar uma das maiores crises económicas de sempre, com os portugueses de bolsos cada vez mais vazios?

Para o diretor-geral da Everything Is New, promotora e organizadora do festival Alive, a crise não é um problema novo e pode ser combatida pela diferenciação.

«Fazem-me essa pergunta há mais de dez anos», começa por dizer Álvaro Covões em entrevista ao tvi24.pt. «E a minha resposta é sempre a mesma: para já, quanto mais falamos em crise, mais ela se torna viral. Quando se fala em crise, assusta-se os consumidores. Assustando-se os consumidores, há uma retração económica mais forte daquela que deveria ser», avisa.

«Obviamente que vivemos uma crise económica muito desfavorável. Toda a gente conhece os números, os portugueses têm menos poder de compra porque há uma sobrecarga extra de impostos. (...) [Mas], independentemente de tudo, os projetos diferenciadores mais exclusivos têm publico», explica Covões, recusando a ideia de que a crise está a afetar os cartazes dos concertos e do festival da Everything Is New.


Opinião semelhante tem Jwana Godinho, responsável pela contratação de bandas para os espetáculos da Música no Coração, a organizadora do Super Bock Super Rock e do MEO Sudoeste, entre outros. «Dentro do setor do entretenimento, os festivais continuam a ser uma boa oferta, um bom value for money», diz.

E, apesar de este ano não ter tido lotação esgotada, o Sumol Summer Fest, realizado no final de junho na Ericeira, recebeu cerca de 25 mil pessoas em cada um dos dois dias.

«Correu bastante bem, é um festival que é um bocadinho um valor seguro para quem lá vai. Esta música reggae e surf está claramente na moda para os portugueses, e, apesar de haver, durante todo o ano, uma oferta constante deste estilo de música, a verdade é que os miúdos continuam a aderir muito e associam o festival ao início do verão», explica Jwana Godinho sobre aquele que desde há quatro anos marca o início da temporada de festivais para a Música no Coração.

Dos festivais durante todo o ano aos projetos fora da música

Álvaro Covões vai mais longe e diz mesmo que, em tempo de retração económica, a aposta em trazer público estrangeiro a Portugal é essencial.

«Portugal recebe 13 milhões de turistas, Lisboa recebe cinco milhões por ano. (...) A música é muitas vezes o álibi para fazer uma coisa que se chama um city break, em que a pessoa vai passar meia dúzia de dias a uma cidade». Lisboa e Porto já começam a entrar nesse campeonato em que já faz parte [da visita] ir ver um concerto ou um festival. Nós temos essa preocupação, a única forma de crescer é criar conceitos que cheguem, não só aos portugueses, mas que cativem também os que vêm de fora.»

fonte: http://www.tvi24.iol.pt/

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quinta-feira, 18 de julho de 2013

Eventos e Festivais: Dos festivais durante todo o ano aos projetos fora da música




Música no Coração tem atualmente seis festivais em carteira. Everything Is New aposta nos concertos individuais e até em exposições de artePor: João Carneiro da Silva/ | 2013-07-11 17:18


Super Bock Super Rock 2010 (foto: Manuel Lino)

O Super Bock Super Rock e o MEO Sudoeste são os festivais mais antigos e de maior dimensão da Música no Coração. Mas a promotora liderada por Luís Montez tem ainda a seu cargo o Sumol Summer Fest, em junho, o EDP CoolJazz, que há uma semana arrancou para a 11ª edição, o novo Caixa Alfama, a realizar em setembro e dedicado ao fado, e o Vodafone Mexefest, que voltará a acontecer no final do ano.

«Os festivais são aquilo em que nos concentramos mais e ao qual nos dedicamos mais. São o nosso core business, esclarece Jwana Godinho ao tvi24.pt sobre a estratégia que a promotora tem seguido desde 2007, ano em que Álvaro Covões, até então sócio de Luís Montez na Música no Coração, deixou a empresa para criar a sua Everything Is New.

Desde então, a promotora de Covões tem sido responsável pela vinda ao nosso país de alguns dos maiores nomes da música mundial em concertos individuais. Este ano, trouxe a Portugal os Bon Jovi, os Iron Maiden, os Muse e Justin Bieber, entre outros, e está ainda ligada à produção de outros eventos artísticos que o seu responsável máximo acredita serem «diferenciadores».

«Nós estamos menos ligados a festivais. Em vez de criarmos eventos que são iguais uns aos outros, preferimos criar projetos diferenciadores», dando como exemplo o festival Night+Day, dos The xx, junto à Torre de Belém, os espetáculos do Cirque du Soleil que têm passado anualmente pelo Pavilhão Atlântico, e a exposição de Joana Vasconcelos no Palácio da Ajuda, que conta já com mais de 100 mil visitantes.

Outra das apostas da Everything Is New é o Cascais Music Festival, conceito estreado em 2012 e que voltará a realizar-se no próximo ano, assegura o diretor-geral da promotora.

Há um ano, os bilhetes para os concertos dos Keane, Erykah Badu, Manu Chao, Mariza e Antony & The Johnsons puderam ser adquiridos em pacotes especiais para turistas que incluíam jantar e estadia em hotéis de três a cinco estrelas.

No mesmo estilo de festival com concertos individuais espalhados ao longo de um mês está o EDP CoolJazz, que este ano celebra a sua 10ª edição.

«É um festival muito forte e completamente diferente, e que também tem muito público. O ano passado tivemos o Sting no Parque dos Poetas num espaço que tem uma capacidade bastante maior. Este ano temos dois espetáculos nesse espaço, o do Jamie Cullum e o do John Legend», destaca Jwana Godinho, acrescentando que o CoolJazz «acaba por ser tão grande como os outros».

Crise não afeta os principais festivais em Portugal

Quanto aos dois festivais da Música do Coração que se realizaram pela última vez em 2011, Jwana explica que tal não aconteceu motivado por qualquer crise financeira, mas apenas por estratégia quer da promotora, quer dos parceiros que patrocinavam o Delta Tejo e o Super Bock Surf Fest.

«A Delta preferiu fazer uma aposta noutras áreas, como a solidariedade social. O festival sempre correu bem, não quer dizer que não o retomemos [no futuro]. (...) [Quanto ao Super Bock Surf Fest], começámos a perceber que os festivais naquela altura do ano, a meio de agosto, são mais difíceis para programar. Nós próprios chegávamos quase extenuados àquela altura depois de passarmos por um Sudoeste. E, por outro lado, também tínhamos uma alternativa muito boa que era o Sumol Summer Fest.»

fonte: http://www.tvi24.iol.pt/

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quarta-feira, 17 de julho de 2013

Eventos e Festivais: Confira festivais de teatro, dança e música em toda a Europa




Cena de "Shéda", peça do diretor africano Dieudonné Niangouna, em cartaz no Festival de Avignon, no sul da França.
Kênya Zanatta

O programa desta semana fala sobre alguns dos mais importantes festivais de teatro, dança e música ao redor da Europa. Direto de Avignon, no sul da França, a enviada especial da RFI comenta os destaques da programação do principal festival de teatro da França e o recorde de espetáculos no circuito independente.


Um dos mais prestigiosos eventos do teatro mundial acontece atualmente em Avignon, no sul da França. O destaque este ano é para a produção africana. Neste programa, a enviada especial da Rádio França Internacional, Maria Emília Alencar, descreve o espetáculo "Shéda", do dramaturgo congolês Dieudonné Niangouna, um dos carros-chefe desta edição do festival de Avignon.

Ela fala ainda sobre os outros destaques da programação e sobre a luta das pequenas companhias para chamar a atenção dos programadores de teatro de toda a França durante o festival, que acontece até o final do mês de julho.

Já em Viena acontece o principal festival mundial de dança contemporânea. O ImPulsTanzfesteja seu 30° aniversário com 216 workshops e 100 espetáculos até o dia 11 de agosto.

O bailarino e coreógrafo brasileiro Ismael Ivo foi um dos fundadores do evento, que atrai os principais nomes da disciplina. Este ano, a abertura do festival contou com o nova-iorquino Trajal Harrel, uma estrela em ascensão no mundo da dança. Entre os outros coreógrafos de renome que participam estão a francesa Mathilde Monnier, o belga Wim Vandekeybus e o britânico Akram Khan.

Dois festivais de música bem diferentes completam o cardápio cultural desta semana. Até o dia 20 de julho, o festival de jazz de Gent, um dos mais importantes da Bélgica, apresenta uma série de shows com artistas consagrados do gênero, como Bryan Ferry, Elvis Costello, Diana Krall, John Zorn e Madeleine Peyroux.

Mar, sol e som é o que promete o Festival Internacional de Benicassim, que acontece de 18 a 21 de julho no litoral da Espanha. Um dos eventos mais conhecidos da Europa para a música pop, rock e electro, o festival apresenta este ano mais de 70 grupos, incluindo o inglês Palma Violets, o americano Queens of the Stone Age e o escocês Primal Screen. O programa é indicado somente para quem se sente à vontade no meio de multidões: os organizadores esperam nada menos que 30 mil visitantes por dia.

fonte: http://www.portugues.rfi.fr/

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terça-feira, 16 de julho de 2013

Eventos e Festivais: O que acontece antes de um festival de Verão





Mais de 365 dias de trabalho, onde a escolha do cartaz nem é o mais complicado. No caso do Alive, são investidos 5,5 milhões numa mini-cidade. Álvaro Covões, herdeiro de duas gerações de gestores de eventos, conta como tudo acontece.

Quando, em 2010, os Deftones pisaram o palco principal do Optimus Alive, à meia noite e meia, as quase 40 mil pessoas à sua frente estavam a léguas de saber que, aquele que acabou por ser um dos melhores concertos dos últimos sete anos de Alive, esteve para não acontecer. A banda americana de metal alternativo vinha de Oslo quando, meia hora depois de o avião descolar, voltou a aterrar no aeroporto da principal cidade norueguesa devido a uma avaria.

Álvaro Covões recebeu então um telefonema a dar conta da impossibilidade de o grupo chegar a Portugal a tempo do concerto. Mas a sorte estava do lado do empresário, que, imediatamente, localizou o avião de uma das empresas de ‘charters' com que trabalha, em Oslo, e com disponibilidade para trazer os Deftones a Lisboa. "Foi uma sorte, podia ter corrido mal", recorda Álvaro Covões. Mas, como se lê na Eneida, de Virgilio, "a sorte protege os audazes". E há lá maior atrevimento do que viver à custa da organização de concertos e festivais de música, num país em crise e ainda ganhar prémios por isso?

Já este ano, a Everything Is New venceu o prémio de Melhor Evento e Entretenimento da revista Marketeer, com o Optimus Alive, assim como o galardão de ouro de Festivais e o galardão de ouro Eventos de Grande Público, da Meios e Publicidade. Já em 2012 foi nomeado pelos prémios European Festival para uma série de distinções (Best Overseas Festival, Best Major Festival, Best European Line-up, Artist's Favourite Festival e Promoter of the Year). E, no ano anterior, já o Alive tinha ganho o de Melhor Evento Cultural, bem como o Grande Prémio da Gala dos Eventos, em 2010.

Não é para esperar menos de um gestor que já vai na quarta geração de uma família de pessoas ligadas ao negócio da organização de eventos musicais. Cresceu ligado ao Coliseu dos Recreios, laços que a família mantinha já herdara e, aos 23 anos, ainda na faculdade, organizou o seu primeiro evento: o primeiro concerto de Amália Rodrigues no Coliseu de Lisboa. Era o 1987 e, no dia em que caiu o Governo minoritário de Cavaco Silva, os vespertinos davam mais destaque ao concerto organizado por Álvaro Covões do que à queda do Governo português.

"Foi fácil, encheu as duas noites, portanto correu muito bem", lembra o antigo aluno de gestão de empresas.

Contudo, desengane-se quem pensa que organizar espectáculos de música é só diversão. "O nosso trabalho obedece a uma lógica completamente militar", explica: "Se alguma coisa correr menos bem, não dá para adiar para a semana seguinte, como se fosse um jantar entre amigos."

365 dias de festival (ou mais)

Isto de montar um festival é como nas marchas populares: ainda a edição deste ano não começou e já se está a pensar na do próximo ano. Porque Álvaro Covões não escolhe as bandas a partir do ‘top' de vendas da Fnac. A sua equipa sabe bem que música se anda a fazer, quem vai editar discos, quem está a comemorar anos de carreira e quem vai ser o artista revelação do ano seguinte. E não precisa de pedinchar: a Everything Is New produz grande parte dos concertos que acontecem ao longo do ano em Portugal e cruza-se com artistas todos os dias. Por isso, os convites não acontecem na véspera.

A um mês da edição de 2013 do Optimus Alive, "já sabemos alguns dos nomes que aqui queremos para o ano e até em 2015", revela o empresário, sem desvendar um único pormenor do festival. Um mercado que Álvaro Covões disputa com o seu antigo sócio, Luís Montez, da Música no Coração, responsável pela maioria dos festivais de Verão - mas que não esteve disponível para divulgar dados sobre a empresa e os seus eventos.

No início há um núcleo central de produção de 15 pessoas - as que trabalham no escritório da ‘Everything' - que sabem todos os segredos do festival. Fazem as operações de charme necessárias para trazer os artistas a Lisboa, quer por ‘email', quer viajando até aos países de origem das bandas. "O festival já é conhecido, e muitos artistas querem cá vir e até nos dão conta disso", conta.

Duas semanas antes da estreia, o núcleo alarga-se ao dobro. Já não há segredos, o público já é conhecido, já há milhares de bilhetes comprados - para esta edição estão a ser vendidos, em média, 30 mil por dia -, mas a responsabilidade não acaba e, nesta altura, todos são poucos. É preciso garantir a montagem do recinto (onde ficam os ‘comes' - entregues a concessionários - e ‘bebes' - explorados directamente pela promotora-, onde ficam as casas-de-banho, a sala de imprensa, os camarins dos artistas).

Bilheteira (mais) internacional

Do ‘catering' à acomodação dos 90 artistas que passam pelo Alive nos próximos dias 12, 13 e 14 de Julho, passando pelas acreditações dos jornalistas, convites e mesmo os sobressaltos de última hora, tudo tem de ser resolvido. Nesta altura, já não serão 30, mas 1.500 pessoas a depender directa ou indirectamente das orientações de Covões, que se preocupa "com a reacção do público. O que interessa é que estejam a gostar".

Com os planos de marketing que a ‘Everything' trabalha ao longo do ano, muitas vezes em parceria com os seus patrocinadores principais, o festival tem conseguido chegar cada vez mais ao público estrangeiro, alcançando assim um dos objectivos de Covões para este festival, que nos primeiros quatro anos de existência (desde 2007) conseguiu atingir o ‘break even': no ano passado foram vendidos 17 mil bilhetes no estrangeiro, em 53 nacionalidades diferentes, este ano já são sete mil ingressos comprados em 32 países.

O recorde de audiência foi claramente atingido no ano passado, com cerca de 55 mil pessoas a aplaudir os britânicos Radiohead, responsáveis por terem esgotado os bilhetes para o dia em que actuaram, assim como os passes de três dias, a que o público acedeu a comprar, como última e única oportunidade de conseguir uns centímetros quadrados em frente ao palco para ver a banda de Thom Yorke.

Os preparativos aumentam agora de ritmo para que não haja qualquer sobressalto. Mas um artista que fica doente à última hora, um baterista que enfia uma baqueta no olho e passa a noite no hospital, a cerveja que acaba, ou um avião que tem uma avaria, há sempre. Mas, no dia 12 de Julho, às 16 horas, os portões têm de abrir. "É como nos jornais: um jornalista não pode dizer que se atrasou, que não tem a notícia escrita. Aqui também pode acontecer tudo, mas à hora marcada as portas têm de abrir e os concertos têm de começar". E começam sempre.

fonte: http://economico.sapo.pt/

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